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Diretório de Advogados
Rafael Ferrari
São Paulo (SP)
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Rafael Ferrari
Comentário ·
há 9 meses
Adultização infantil - o despertar social: as consequências do suposto inofensivo
Andressa Brossi
·
há 10 meses
A advogada poderia aproveitar, e escrever um artigo sobre "A infantilização adulta".
Que tem sido tão deletéria quanto....
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Rafael Ferrari
Comentário ·
há 11 meses
“Abandono emocional” após a separação: quando a ausência do pai configura ilícito?
Dr Rogger Reis
·
há 11 meses
Alô, Dr Rogger com 2 G - o colega Flavio Zen, em seu comentário, foi bastante sensato e, também, tremendamente elegante ao mencionar que este artigo é mais um "caça níqueis".
Pois eu sou bem mais direto e sem tempo para rodeios; portanto, digo que, além de concordar com Sr. Flavio, também esse artigo beira o maniqueísmo.
É só o pai"o responsável/culpado, é sempre o pai o autor do abandono, é do pai a"omissão injustificada", e é"ele quem mudou de cidade".
Vem cá, meu filho - e as mães ausentes? As omissas? As negligentes? As incompetentes? Não existem????? Só porque você citou a" omissão culposa do pai ou da mãe ", fica por isso mesmo e está tudo certo?
Essa inversão de valores já passou dos limites!
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Rafael Ferrari
Comentário ·
ano passado
Homens que sofrem violência doméstica também tem proteção legal!
Natalia Matos
·
ano passado
Até que enfim alguém tem coragem de abordar esse tema, nem que seja de maneira superficial.
E abordado por uma mulher, o que é melhor ainda: mostrou ter ao menos consciência, e também consegue ver os homens como vítimas potenciais.
Porque convenhamos: todos esses discursos bonitinhos, bacaninhas e corretinhos, somente em favor das mulheres, são de esgotar a paciência de um monge tibetano.
Ninguém fica pensando no gênero de um idoso, criança, adolescente, e até mesmo animal, quando defende a proteção, o bem-estar e a segurança de cada um deles.
Mas, quando chega a vez dos homens, aí não pode? Ou não é interessante? Ou não serve às ideologias?
Tem de aplicar a LMP por analogia SIM! Homens também são vítimas SIM!
Chega de hipocrisia!!!!
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Flavio Zen
Comentário ·
há 11 meses
“Abandono emocional” após a separação: quando a ausência do pai configura ilícito?
Dr Rogger Reis
·
há 11 meses
É uma pena que a internet esteja repleta de opiniões e materiais enviesados e parciais. A superficialidade com que as questões são tratadas se justifica quando, a exemplo de tantos, este também é mais um artigo "caça-níqueis", que não se aprofunda em um tema tão denso e diverso. Ele se pauta apenas na imposição de um modelo, sem discriminar as condicionantes parte a parte. Laudos e pareceres são produzidos não raro sob encomenda, e nem sempre os pais possuem recursos para se municiar em uma guerra de documentos e recursos. O que se vê são crianças e adolescentes sendo instrumentalizados como armas, reforçando mágoas e feridas profundas que jamais serão sanadas.
Na prática, a judicialização do afeto, confere ao estado, a juízo, aos advogados, aos pareceristas, aos especialistas, a habilidade mágica de ser capaz de quantificar financeiramente o afeto. Por extensão, podemos então considerar que em um matrimônio, uma parte pode alegar abandono emocional como causa do termino do relacionamento e cobrar danos morais e materiais dada as consequências. É na prática uma janela de Overton, para alegria dos advogados.
Contudo, há um efeito não previsto e negativo para as relações pessoais e parentais em crescente manifestação e alteração das relações sociais. Movimentos como MGTOW, RedPill e milhares de vídeos e depoimentos em redes sociais estão criando o senso comum de que o relacionamento é um risco emocional e patrimonial exatamente pela fragilidade da condição masculina e paterna, onde relações parentais igualmente se configuram como risco e ameaças. Essa judicialização extrema do afeto, que usa o poder do Estado para obrigar a prestação de afeto, mesmo que falsa, transforma o sentimento pressuposto em uma obrigação contratual e o Estado em um ente opressor que monitora sentimentos.
Para um país que saiu da taxa de reposição populacional nos anos 90 e que o próprio IBGE estima que em 2040 a população brasileira já começará a encolher; que permanece nas últimas colocações nos rankings mundiais como PISA, PIRLS e TIMMs; assim como desindustrializado coloca o pais dentre menores taxas de inovação do mundo, todo o arcabouço jurídico construído a guisa de proteção está na prática desestruturando o tecido social, mas consonante como ferramenta de depopulação, conforme os pressupostos da Agenda 2030 e de grandes interesses geopolíticos.
No final, talvez fosse o momento de mundo jurídico refletir se a crescente judicialização de aspectos intangíveis e a consequente perda de autonomia do cidadão, com as consequências sociais e econômicas já observadas, tanto em dramas pessoais como tendências e movimentos sociais, a pergunta que se estabelece é que interesses este cenário atende e que mundo cada um espera viver na velhice e a sociedade legada filhos e netos.
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Maria Izabel Caltana Anghinoni
Comentário ·
ano passado
Homens que sofrem violência doméstica também tem proteção legal!
Natalia Matos
·
ano passado
Concordo plenamente!! Ja tive varios casos assim!! É até mesmo revoltante!! No ultimo caso o homem foi agredido e foi condenado, simplesmente a Juiza olhou p cara dele e disse: Valentão né?? Eu respondi que sempre ha duas versões e as lesoes estavam registradas atraves de fotos, mas de nada adiantou, foi condenado!! Em fase de recurso!!
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Robson Carvalho Ferreira
Comentário ·
ano passado
Homens que sofrem violência doméstica também tem proteção legal!
Natalia Matos
·
ano passado
O princípio da isonomia no Brasil é uma piada, todos têm direitos, menos os homens. E o pior, nem podemos falar nada, que nem o direito de reclamar nós temos.
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